Finanças – Dendrus – Gestão de Excelência https://dendrus.com Prestamos serviços únicos e exclusivos de consultoria, auditoria e treinamentos, presenciais e à distância, que ao serem aplicados impactam positivamente no crescimento da organização. Wed, 04 Apr 2018 13:16:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.20 https://dendrus.com/wp-content/uploads/2017/11/cropped-NEW-PREZZIP-FAVICON-JULI-2015-02-32x32.png Finanças – Dendrus – Gestão de Excelência https://dendrus.com 32 32 Benefício mais desejado é participação nos lucros https://dendrus.com/financas/beneficio-mais-desejado-e-participacao-nos-lucros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=beneficio-mais-desejado-e-participacao-nos-lucros https://dendrus.com/financas/beneficio-mais-desejado-e-participacao-nos-lucros/#respond Thu, 27 Feb 2014 17:02:56 +0000 http://dendrus.com/?p=7936 Na Dudalina, empresa do ramo têxtil com sede em Blumenau, Santa Catarina, existem alguns tipos de bonificação em dinheiro, como o prêmio de assiduidade e o de zero falta. “O objetivo é diminuir o turnover e o absenteísmo, além de …

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Na Dudalina, empresa do ramo têxtil com sede em Blumenau, Santa Catarina, existem alguns tipos de bonificação em dinheiro, como o prêmio de assiduidade e o de zero falta. “O objetivo é diminuir o turnover e o absenteísmo, além de elevar a produtividade”, diz Ilton Rogério Tarnovski, diretor comercial.

De todos os benefícios, o que mais enche os olhos dos funcionários é a Participação nos Lucros ou Resultados (PLR). Em 2012, a fabricante de camisas pagou aos 2?489 trabalhadores seis salários. Para este ano, a previsão é que eles recebam entre quatro e cinco (dois deles foram pagos em julho e o restante será depositado em conta em abril de 2014).

Não são apenas os funcionários da Dudalina que colocam a PLR no topo da lista dos benefícios. Esse dinheiro extra é, segundo uma pesquisa feita pela Michael Page, o benefício mais desejado pelos trabalhadores. Está na frente até do plano de saúde. Entre os diretores, por exemplo, a participação nos lucros chama a atenção de 63,3% dos respondentes.

A pesquisa levou em consideração os questionários de 6?500 executivos de nível gerencial e de diretoria, porém Marcelo de Lucca, diretor da consultoria, entende que outras camadas hierárquicas também se interessam pela bonificação. “Ela deve se popularizar cada vez mais e daqui a alguns anos pode ser vista como mais um bene­fício-padrão, como o próprio plano de saúde”, diz De Lucca.

Popular a PLR ou PPR já está ficando. Entre as 150 melhores empresas para trabalhar, do Guia VOCÊ S/A, cerca de 80% já dividem seu lucro entre os funcionários do nível operacional, gerentes e supervisores. O problema está em como desenhar o melhor programa para que tanto empresa quanto funcionário saiam ganhando.

O desafio da área de RH, dizem os especialistas, é construir um modelo alinhado à estratégia corporativa. “Além de traçar metas relevantes e bem definidas, o RH precisa dar sentido à relação produtivida­de-dinheiro”, afirma o advogado Alessandro Rangel Veríssimo dos Santos, especialista em direito do trabalho e sócio do escritório Rodrigues Jr. Advogados.

Na base da negociação

Instituída pela primeira vez em 1917, na Constituição mexicana, a Participação nos Lucros ou Resultados tornou-se obrigatória no Brasil em 1946.

Vinte e um anos depois, explica o advogado trabalhista Marcelo Mascaro Nascimento, autor de Participação dos Empregados nos Lucros e Resultados da Empresa (Editora Saraiva), a obrigatoriedade foi subtraída do texto da Constituição Federal brasileira. Hoje, o benefício tem caráter de negociação, mas, caso seja solicitado, não poderá ser negado pelo empregador.

Essa negociação pode ocorrer em dois formatos — comissão paritária ou acordo coletivo. “No primeiro, o acordo envolve um comitê de empregados, a empresa e um membro indicado pelo sindicato”, diz Alessandro dos Santos. “O segundo é um documento que tem como partes, obrigatoriamente, a empresa e o sindicato.”

Em ambos os casos, a comissão da PLR deve ter um número equivalente entre os representantes da empresa e os dos empregados, além de um membro do sindicato (veja outras questões legais no quadro Para Não Errar).

A montadora sueca Volvo é um exemplo de empresa que entende bem de negociação. Dona de um programa de participação nos lucros de causar inveja — neste ano, cada funcionário deve levar 30?000 reais —, a companhia sempre contou com representantes dos dois lados.

Hoje, ela tem três pessoas representando a companhia, e outras três, os funcionários, além dos representantes de setor, que são responsáveis por comunicar o Plano de Participação nos Lucros a todo o time em uma assembleia. As metas e os valores da parcela de adiantamento e da PLR total só são divulgados, porém, depois do aval do sindicato.

Na Embraco, os representantes participam da fase final da negociação, mas a influência é menor. “Estudamos as metas e chamamos o comitê de funcionários para contribuir. Depois, o sindicato dá sua opinião”, diz Daniele Fonseca, diretora de RH.
O principal mesmo para a fabricante de compressores é o esclarecimento das regras do jogo. “Temos bem claro quais são os diferenciais importantes na PPR: simplicidade, clareza e comunicação eficiente.”

A melhor fórmula

A negociação é um fator fundamental para que o programa seja transparente e justo — e vale para todas as empresas. O cálculo a ser aplicado, no entanto, varia de companhia para companhia e depende da estratégia de cada negócio.

No caso da Volvo, os 30?000 reais que cada um vai receber em 2013 representam o máximo que os trabalhadores podem ganhar — a quantia final depende do desempenho deles.

“Todos têm objetivos com o mesmo norte, contudo o bônus está atrelado ao alcance de resultados”, afirma Carlos Morassutti, vice-presi­dente de RH e assuntos corporativos. Tais objetivos são divididos em três partes, cada uma delas com um peso. Em 2013, o maior percentual vem das metas de área (70%), seguido das metas gerais da empresa (20%) e das individuais (10%).

O modelo com altas cifras aparentemente impraticáveis funciona desde 2000 e foi apresentado como case à matriz — responsável por aprovar o programa anual de PLR da unidade brasileira. “É uma ferramenta excelente, mas, se a empresa não souber usá-la, pode se tornar inviável financeiramente”, afirma Morassutti.

A Dudalina optou por uma fórmula mais simples: o valor máximo a ser distribuído é 12% do lucro líquido, dividido em 70% de adiantamento e 30% referentes às metas estabelecidas. Na Embraco, as metas são estipuladas por área e pelo desempenho individual — cada uma com um peso.

Não importa o sistema, o que a empresa não pode deixar de fazer é explicar aos funcionários como funciona a equação do programa. Do contrário, haverá dúvidas, ruídos e sensação de injustiça.

A Embraco percebeu que seus empregados não entendiam como chegar ao cálculo final da PPR. A companhia passou a disparar comunicados periodicamente sobre a fórmula e até hoje o RH divulga mensalmente como está o alcance de metas e o que precisa melhorar. Os líderes também repassam o conteúdo em reuniões.

Esse diálogo foi fundamental há cinco anos, quando a companhia já tinha o acordo estabelecido, mas os resultados não vieram. Sem eles, a Embraco não teve como dividir o dinheiro. Na época, o RH explicou por que as metas não foram atingidas e quais medidas poderiam ser adotadas no próximo ano. A consequência? O ano seguinte foi um dos melhores.

“Os funcionários se engajaram movidos pelo sentimento de que, se cada um cumprisse suas metas, as respectivas áreas alcançariam seus objetivos e, consequentemente, a empresa também. É um efeito cascata”, diz a diretora de RH da Embraco.

“A comunicação constante é o sucesso de nossa PPR. Nos momentos de alto desempenho ou de baixo, é ela que vai trazer clareza e organizar o processo.” Fica a dica.

Fonte: Revista Exame.
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Quer ampliar sua receita em 2014? https://dendrus.com/financas/quer-ampliar-sua-receita-em-2014/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=quer-ampliar-sua-receita-em-2014 https://dendrus.com/financas/quer-ampliar-sua-receita-em-2014/#respond Fri, 31 Jan 2014 17:04:20 +0000 http://dendrus.com/?p=7938 Quer ampliar sua receita em 2014? Que tal pensar em um caminho alternativo implantando uma norma de gestão em sua empresa? A BSI, empresa certificadora ISO, contou para o pessoal da Dendrus sobre a última pesquisa feita pelo Inmetro quanto …

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Quer ampliar sua receita em 2014?

Que tal pensar em um caminho alternativo implantando uma norma de gestão em sua empresa?

A BSI, empresa certificadora ISO, contou para o pessoal da Dendrus sobre a última pesquisa feita pelo Inmetro quanto à satisfação dos consumidores de empresas certificadas. O resultado não nos surpreende, pois só reflete o que já percebemos em nossos clientes: empresa certificada não dá apenas garantia quanto à qualidade do produto, mas aprende a prestar atenção nas necessidades de seus clientes, que bem atendidas fazem o faturamento disparar. Além disso, a organização só tem a ganhar em termos de gestão. E uma gestão organizada e comprometida com o cliente consegue ser certeira na hora de inovar.

Para você que gosta de números, aí vai um deles: 64% das empresas preferem comprar de fornecedores certificados. Se o seu plano para 2014 é exportar seu produto, a conversa é ainda mais séria: a maioria das multinacionais tem a certificação como pré-requisito de compra.

Ainda tem dúvidas? Confira outros números a respeito da certificação ISO 9001 no link: http://goo.gl/JK8u03 /noticias/23/quer-ampliar-sua-receita-em-2014/

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